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Goleada
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Brazil 7-1 Sweden: The Massacre That Made a Nation Believe It Had Won

The 1950 Maracanazo — Brazil's 2-1 loss to Uruguay before nearly 200,000 spectators at the Maracana, the most devastating defeat in football history — haunted B

Publicado: June 6, 2026

Brazil 7-1 Sweden: The Massacre That Made a Nation Believe It Had Won
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# Brasil 7-1 Suécia: A goleada que fez o país inteiro acreditar que o título já estava garantido

9 de julho de 1950. Rio de Janeiro. Estádio do Maracanã. Fase final da Copa do Mundo — em 1950 não havia uma final única, mas sim um quadrangular final — Brasil contra Suécia. Antes desta partida, o Brasil já havia goleado outro adversário por 7 a 1 (espera, não — esse jogo ainda não tinha acontecido. O Brasil enfrentou primeiro a Suécia, depois a Espanha por 6 a 1, e só então veio a tragédia contra o Uruguai). Enfim, o poder ofensivo do Brasil na Copa de 1950 era avassalador.

7 a 1. Ademir — o atacante principal do Brasil, um homem conhecido nacionalmente como "Queixada" — marcou quatro gols. Quatro gols. Ele terminou a Copa com nove gols no total, conquistando a Chuteira de Ouro. Mas a história não lhe deu o lugar que merece — porque Pelé surgiu oito anos depois, e todos os atacantes brasileiros dos anos 1950 foram engolidos pelo rótulo de "antes de Pelé".

Essa goleada de 7 a 1 mergulhou o Brasil inteiro em uma euforia perigosa. Os jornais estampavam na primeira página: "O campeonato já é nosso!" Nas ruas do Rio, já se preparavam carros alegóricos para o desfile da vitória. A bilheteria do Maracanã parou de vender ingressos — não porque estavam esgotados, mas porque os funcionários acharam desnecessário continuar vendendo, já que a última partida contra o Uruguai seria mera formalidade. O Brasil precisava apenas de um empate.

Você sabe o que aconteceu depois. A derrota por 1 a 2 para o Uruguai — o Maracanaço — fez com que essa goleada de 7 a 1 fosse completamente esquecida. As pessoas só lembram da derrota para o Uruguai, não da goleada que fez todo mundo começar a sonhar. Mas se você voltar e assistir às imagens de 1950, verá Ademir deslizando pela área sueca como um tubarão faminto. Ele talvez seja o atacante mais subestimado do Brasil na história das Copas — preso no vazio do "antes de Pelé", ninguém lembra seu nome. Mas no placar do 7 a 1, seu nome aparece quatro vezes.

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